9 de mai. de 2013

Religião é opção. Respeito é obrigação!

Como alguns sabem, sou uma pessoa com uma certa aversão à religião, mas, uma coisa que aprendi, desde pequena, é ter respeito às pessoas, independentemente de qualquer situação.

Resolvi abordar este assunto (que ao meu ver, é ainda um dos mais polêmicos) devido ao que viemos acompanhando com o amigo Jean Wyllys e o "irmão" Marco Feliciano. Não só isso, mas em meu Facebook, tenho contatos panzer religiosos, bem como, os nada religiosos e, todos os dias, sim, TODOS OS DIAS, acompanho um criticando o outro. Por mais que eu concorde mais com uns do que com outros, em questão de opiniões, não concordo com esta falta de respeito, este tipo de atitude não me agrada. Há formas de você expressar a sua opinião sem que você precise criticar as outras pessoas. Na ânsia de defender o seu lado, a pessoa se cega e provoca o abalo no muro do respeito, e aí que a merda acontece!

Não é só de religião que vemos essas provocações, também tem de futebol, músical... mas a religião em si, mexe mais com as pessoas, podem perceber. Por quê? A religião é uma doutrina, é o dia-a-dia dela, e os não-religiosos não tem esta doutrina e não se conformam como é que alguém pode seguir, manja?

Mas calma, pessoal. Antes que vocês se revoltem, é óbvio que não estou falando de vocês (será?). Estou falando dos "amigos" ignorantes que acham que só eles estão certos. Afinal, quem é que está certo?
O conceito do certo e errado é a coisa mais relativa do mundo. O que existe no mundo, que te impede de fazer outras coisas são as leis (aliás, se você respeitá-las, né). E um amigo (não-ignorante) me disse um dia (e eu acho que fez muito sentido) que a religião existe para impor limites às pessoas. Por mais que você seja uma pessoa sem religião, você acaba seguindo alguns princípios.. a sociedade segue.



A única vez que ouvi sobre uma estatística de quantidades de religião, eu ainda fazia catequese, ou seja, uns 10 anos atrás, e a mesma dizia que existia cinquenta MIL diferentes. E outra estatística, mais recente, de acordo com o Censo mundial, entre 7 bilhões de pessoas no mundo, 5,8 milhões afirmam ter uma religião.
Agora pensem comigo: se estas 7 bilhões se respeitassem, o mundo não seria melhor? Se as 1,2 bi de pessoas não provocassem as outras 5,8 bi, e vice-versa... ó, utopia!

O maior problema das pessoas extremistas, não importa se religiosas ou não, é que elas ficam tapadas, fechadas àquele mundo politicamente correto (vide conceito de certo e errado) e se esquecem que as pessoas, que pensam diferente delas, continuam sendo da mesma espécie.

Portanto, o respeito é fundamental para o convívio entre as pessoas. Não estou fazendo apologia à religião, tampouco contra a religião. A minha apologia, a minha eterna luta e discussão será sempre embasada no respeito. Aliás, da falta de respeito, né?!


14 de mar. de 2013

Você é o que você escreve!

Após um período muito longo de abandono do blog, quem sabe agora ele volta a "funfar" do jeito que eu quero!

Caríssimos,

Algum dia na sua vida você já fez uma revisão da sua escrita?
No meu ponto de vista, a escrita é a forma de comunicação mais necessária do mundo. Não digo que a fala não seja importante, mas, levando em consideração o mundo moderno, as pessoas se estão se comunicando mais por e-mail, SMS, redes sociais (salve o Facebook)... mas é importante que isso seja feito de forma correta e coerente, caso contrário, nem expor a sua opinião você conseguirá de forma clara (e objetiva).

Mas e agora, o que tem a ver a escrita com relacionamento?

TUDO, cacete!



A partir do momento em que você escreve no Facebook, seu conhecimento na língua portuguesa (ou a falta dele) já está sendo observado. Conheço muitos caras que já me contaram que desistiram de conhecer meninas LINDAS pois, os erros de português nos messengers da vida, eram grotescos. Eu já bloqueei pessoas no MSN pois não dava pra manter uma conversa, tampouco, uma paquera (alguém ainda usa essa palavra?).

Daí, de nada adianta querer cuidar do corpinho e do cabelo, sendo que você não põe o cérebro pra funcionar: “Queria ser rapitada pra ter uma disculpa pra num trabalhar hoje, mais nem tudo é como nós quer, né!” – se você não viu pelo menos dois, dos quatro erros nesta frase... nada bom.

Consequentemente, se você não escreve bem, também não fala bem. Duvida? Conviva com pessoas assim pra ver se eu to mentindo. E não é fácil.
Ok, não sou um professor Paquale em conhecimentos linguísticos, mas estou tentando passar um pouco do que sei pra quem eu gostaria que soubesse.

1 . Eu acredito que as pessoas que não tem um bom português, também não vão conseguir ter um bom rendimento em outros idiomas. Se ela não consegue aprender o dela, que ouve e fala todos os dias, quiçá outro idioma;

2. Seu boletim em português (e outras matérias, né) pode fazer a diferença no mercado de trabalho, assim como sua redação no vestibular, seu currículo, um e-mail contendo a palavra SEJE (ai) para seu chefe...

3. Pode prejudicar seu relacionamento com amigos, pois uma fala e uma escrita errada, faz as pessoas pensarem muitas coisas ruins sobre você. Tipo como? Que você tem preguiça de ler, que você só escuta música que fala errado, que você não esteve aberto às novidades que a escola pôde te proporcionar na educação básica.

Fazendo um link com o ponto 3, não menciono as pessoas que infelizmente, são vítimas do difícil acesso à escola, das crianças que trabalham pra ajudar a não faltar pão na sua casa, daquelas que são vítimas de corrupção, etc. Este é outro ponto a se discutir, mas não agora. Estou falando de pessoas que tiveram OPORTUNIDADE de estudar numa boa escola, ou de frequentar uma escola, mesmo que da rede pública, mas que não aproveitaram essa chance como devia.
Mas se elas não aproveitaram quando puderam, ainda há chance de remediar, desde que haja vontade.

Leia mais, leia livros, pois os mesmos são revisados antes de serem publicados, e se houver palavras incorretas, é proposital e destacada, para que não haja confusão.

Assista menos novela, veja sites interessantes, a internet tem coisas engraçadas mas tem utilidade, saiba utiliza-la.

Escute boas músicas. Você é feliz se escuta metal (hehe), mas, como estamos falando do idioma português, o nosso de origem, vamos falar de músicas boas nacionais: Chico Buarque, além do seu português corretíssimo, ele compõe com palavras desconhecidas, assim você pode aumentar seu vocabulário (tá, jogar bosta na Geni não é bonito), escutem a saudosa Elis Regina, Osvaldo Montenegro, Djavan... Roberto Carlos não é necessário rs. Escute menos funk, sertanejo, pagode e axé, digo isso por ser sempre as mesmas palavras, os mesmos problemas, as mesmas rimas, a mesma praça, o mesmo banco... treine seu ouvido ao correto.

Fazendo essas duas coisas com mais frequência, você irá perceber que as palavras: menas, seje, veje, teje (também na versão esteje), mais (contraditório; equivalente de porém), poem (do verbo por), bissurdo, entrometer, encomodar, calsa, agradesso, célebro, poblema, pobrema, probrema e equivalentes, não existem. É sério, não existem.

A nossa saúde visual e auditiva agradecem. E a sua imagem também.
E você achando que relacionamento interpessoal é só ser extrovertido.